Bell Marques em Dose Dupla na Globo

O grupo baiano Chiclete com Banana, em especial o vocalista Bell Marques, está com o moral bastante alto na Globo. No sábado (17/10), a banda poderá ser vista em dose dupla na emissora. Primeiro no programa da Xuxa e depois no Altas Horas, de Serginho Groissman.

 

Fonte: Portal OFuxico

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Estudos inviabilizam mudança para o Carnaval

“Fica mantida a estrutura física do Circuito Osmar, mas Saltur e Conselho do Carnaval querem revitalização em 2010"

Avaliação feita pela Salvador Turismo (Saltur), sobre as vantagens e desvantagens para implantação mudança do circuito Osmar (Campo Grande-Avenida) para o Carnaval 2010, constatou a inviabilidade técnica e operacional da medida.

O presidente da Saltur, Cláudio Tinoco informa que foram apontados problemas com a dispersão dos blocos e equipamentos (trios elétricos e carros de apoio) a partir da Praça Castro Alves, entre eles a questão do contrafluxo (cruzamentos dos blocos que desfilam em sentido contrário, a partir do circuito Batatinha - Centro Histórico).

A mudança aprovada pelo Comcar – Conselho do Carnaval, e que excluía a Rua Carlos Gomes do desfile, dependia dessa avaliação feita pela Saltur para ser implantada. Com isso, as mudanças sugeridas ficam inviabilizadas por questões técnicas e operacionais. Cláudio Tinoco informa que os estudos para fortalecer o Circuito Osmar continuam e que a motivação central é a qualificação dos blocos e dar mais espaço para os foliões que brincam no centro da cidade, além de garantir a presença de grandes atrações nos seis dias de folia
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Nota do Conselho

Em nota pública, o Conselho Municipal do Carnaval (Comcar) comunica que após reunião com a Presidência da Salvador Turismo (Saltur), órgão responsável pelos estudos de viabilidade técnica acerca da mudança do Circuito Avenida, esclarece que o projeto apresentado sempre condicionou tais estudos para efetivação do projeto.

Esclarece também que o Comcar, órgão coletivo e representativo de todos os segmentos envolvidos com a festa, “sempre esteve em defesa do projeto por reconhecer a sua importância para o reordenamento do circuito mediante os inúmeros problemas verificados nos últimos anos e que requerem ações eficazes para melhor distribuição territorial, midiática e de agilidade do fluxo”.

Informa que estudos realizados apontam para, neste momento, a sua inviabilidade, motivada pela exigüidade de tempo para as adequações necessárias à efetivação do projeto.

No entendimento do Comcar e da Saltur “o projeto continuará tendo a atenção para sua implantação num outro momento, assim como também se posiciona a Comissão da Câmara Municipal de Salvador na representação do vereador Alcindo da Anunciação. Este, de posse do projeto, afirma a unidade com o Comcar em continuar as discussões, com vista a efetivação do projeto no âmbito do Legislativo Municipal”. A nota é assinada pela mesa diretora do Comcar.

 

Fonte: Portal Oficial do Carnaval de Salvador

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Bell Marques fala da participação de seus filhos no Carnaval

“Eu sou uma pessoa muito feliz e gosto do comportamento que tenho com os meus filhos"

Em entrevista ao Portal iBahia.com, Bell Marques disse que não pretende parar de cantar nem tão cedo, segundo ele a música é uma profissão que o permite trabalhar pela vida inteira. “Se um dia eu parar de tocar é porque eu achei que deveria, mas a música me permite seguir a vida inteira trabalhando”, completou o cantor.



Quando o assunto foi a participação dos filhos no Carnaval, ele disse que está muito feliz em ter os dois ligados à cultura. "Eles podem até não querer seguir carreira, mas só de saber que eles gostam do ambiente gostam de estar junto com as pessoas, é muito gratificante”.


Bell, que além de pai já é avô, comentou que ainda não sabe onde vai passar o dia dos pais, mas pretende fazer algo bem light, se possível descansar ao lado da família. “Eu sou uma pessoa muito feliz e gosto do comportamento que tenho com os meus filhos, acho que isso é o suficiente”, finalizou o vocalista do Chiclete com Banana.

Fonte: Portal IBahia.Com

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'Existe um carnaval antes e depois do Chiclete', afirma Bell Marques


Foto: Robson Mendes - CORREIO - REDE BAHIA


Há cerca de 30 anos, a banda Chiclete com Banana participa do cenário musical de Salvador. Com sucessos como Diga que Valeu ou Voa Voa, o grupo deixa a cada verão uma trilha sonora que fica na memória dos axezeiros que não perdem um carnaval, evento que 'mudou completamente' após o surgimento da banda, segundo depoimento do cantor Bell Marques em entrevista exclusiva ao site do CORREIO. Existia um ‘carnaval antes do Chiclete e depois do Chiclete’, afirma.

O vocalista, que na adolescência vendia cobras, galinhas e trabalhava com lápides, conta que as mudanças que o Chiclete trouxe para o carnaval baiano no decorrer dessas três décadas poderão ser vistas pelos fãs, a partir das 17h de quarta-feira (29), no lançamento da biografia 'Chiclete com Banana - uma paixão', que traz histórias e fotos inusitadas, além de depoimentos de artistas baianos. O lançamento da biografia, escrita pela jornalista Cláudia Giudice, será no Restaurante Farid do Shopping Iguatemi, onde haverá uma coletiva para a imprensa. Já a partir das 19h, na Praça do Piano, no 3º piso do mesmo shopping, a banda vai conversar com o público, além de dar autógrafos e posar para fotos.

Para saber como o cantor ficou em ‘êxtase’ e decidiu ‘entrar nesse mundo’, confira:

CORREIO - Como surgiu a idéia de produzir a biografia do Chiclete com Banana?

Bell Marques - Foi idéia da jornalista Cláudia Giudice. Ela já estava participando do carnaval de Salvador e tinha feito muitas ações com a Editora Abril. Ela acabou ‘enxergando o Chiclete com Banana’ e quando alguém enxerga já começa a ser chicleteiro (risos).

CORREIO - E como foi isso? Ela acompanhou o grupo durante os shows?

BM - Sim, ela começou a acompanhar nos shows, colher informações e conviver com os fãs. Então, ela achou que nossa história era muito bonita e interessante. Claudia sentou com a gente pra conversar, e começamos a falar da história da banda, ela sugeriu então que fizessemos uma biografia, como se fosse um álbum de colecionador, com muitas fotos antigas, de uma forma muito alegre e divertida. Realmente ela conseguiu fazer isso.

CORREIO - Como foi o processo de produção? Vocês participaram? Escolheram as fotos, leram os textos?

BM - Foi muito rápido. A equipe de produção foi realmente muito eficiente, e de uma forma simples nos agradou 100%. Nós mandamos todas as fotos e depois ela mandou uma triagem, mas eles ficaram responsáveis por 95% do resultado.

CORREIO - Conte uma das curiosidades e histórias inusitadas que vocês registraram na biografia, tirando a da vontade de Wadinho ser cafetão... (risos)

BM - Tirando a do cafetão (risos), tem muitas curiosidades minhas em particular. Na minha adolescência, eu vendia cobra, galinha e trabalhava com lápide, e isso são coisas que acabam marcando sua vida. Mas tem uma muito legal, de quando enxerguei a subida no trio elétrico e de como nasceu a história ...

CORREIO - E que momento foi esse? Como foi isso?

BM - Eu fazia música, mas não tinha nenhuma ligação com o palco, e em um momento o ‘start’ foi dado. Foi exatamente no carnaval, quando eu ainda não era casado e não conhecia a Ana e fazia um som rock’n roll e eu estava ali no Mauá, na avenida Sete, quando o trio elétrico Dodô e Osmar dobrou na Casa D’Itália [o antigo percurso], cantando Moraes Moreira. Eu fiquei em êxtase. Pensei, ‘que coisa linda isso’, e fiquei arrepiado, emocionado, completamente emocionado. E então eu disse, ‘rapaz, isso é muito legal’, entrar nesse mundo... ‘É isso que eu quero!’

CORREIO - E após o ‘start’, o que você fez?

BM - Eu saí dali, peguei a minha banda, olhei para pessoal e falei, ‘ó gente, nós vamos a partir de agora, ser uma banda de carnaval’. E aí a galera perguntou 'como é que é?’. Aí eu disse, você vai sair na guitarra, você na bateria, você vai sair do baixo e tocar outra coisa, vamos reestruturar esse negocio aqui. E eu que tocava teclado, passei a cantar em cima de um trio elétrico, foi daí que nasceu o Chiclete com Banana.

CORREIO - E como foi a transformação, passar de Scorpions para o Chiclete com Banana?

BM - Na verdade, quando ingressamos na banda (Scorpions), que já existia, tudo era ‘meio americanizado’, e para funcionar, uma banda tinha que se chamar Scorpions. Aí já foi uma outra coisa, tirar esse ‘americanizado’ e entrar com o Chiclete com Banana, uma coisa bem diferente, uma mistura esquisita. Foi outro passo bem ousado nosso.

CORREIO - A biografia pode ser considerada parte da história da música baiana...

BM - Sem a menor dúvida... essa biografia faz parte da cultura da Bahia e da cultura do carnaval. Queira ou não queira, existe um carnaval antes do Chiclete e depois do Chiclete, pois a banda mudou o carnaval de Salvador, mudou a sonoridade, mudou a linha musical do carnaval. Antigamente o som era feito em cima de frevos, caixas de som, e nós modificamos e transformamos em galopes.

CORREIO - O livro conta com declarações de artistas baianos que tiveram a banda como inspiração?

BM - Sim. Nós temos depoimento de todas pessoas que participaram do carnaval, de Daniela Mercury, até os mais recentes, como o Adelmo Cazé, falando do Chiclete com Banana. Todos deram depoimentos de forma emocionantes.

CORREIO - Vocês estão satisfeitos com o resultado da biografia?

BM - Nós estamos muito, muito, muito satisfeitos. Essa biografia vai atrair o fã que é realmente parceiro do da banda, e a gente tem poucos momentos, pouca possibilidade de nos oferecermos assim desse jeito. Vale a pena todos lerem, é um projeto de vida, além da parte musical, da parte histórica é um projeto de vida muito positivo, as pessoas podem ter aquilo, como inspiração.

CORREIO - Qual a mensagem que você deixa para as pessoas que se inspiraram no Chiclete?

BM - As pessoas vão começando a vida achando que não são capazes, mas elas podem conquistar tranquilamente tudo, porque nós [a banda] conquistamos, e chegamos onde chegamos. Só basta ter uma trajetória de vida boa, mudar seu pensamento, tem que ter em mente.

Fonte: Daniel Barbosa e Midiã Santana
Redação - CORREIO - REDE BAHIA

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Fim do desfile no Circuito Osmar será na Praça Castro Alves que deve voltar a ter maior visibilidade na folia




O Conselho Municipal do Carnaval aprovou por unanimidade em sua reunião de terça-feira (16) a mudança na estrutura do Carnaval no circuito Osmar (Campo Grande-Avenida), transferindo o fim do desfile dos blocos para a Praça Castro Alves. O argumento apresentado pelo conselheiro Reginaldo Santos, autor do projeto aprovado é que a mudança vai acabar com o engarrafamento que trava do circuito central e que acontece todos os dias da folia

De acordo com o Conselho do Carnaval, os blocos iniciarão o percurso do Hotel da Bahia, passando pelo Campo Grande em direção à Avenida Sete de Setembro. Após descer a Ladeira de São Bento acontecerá a apoteose do desfile na Praça Castro Alves. Para a Saltur – Empresa Salvador Turismo, responsável pela organização e operação do Carnaval, a decisão será agora motivo de estudos para definição de que maneira ela será melhor efetivada.

Claudio Tinoco, diz que a Saltur vê como legítima a decisão unânime no âmbito do Conselho que tem prerrogativa para isso. Para ele, desde a realização do Carnaval deste ano “nós identificamos a necessidade de uma mudança no circuito Osmar”. Agora, “a partir dessa decisão a Prefeitura Municipal terá a grande missão de analisar as suas conseqüências”, disse. Ele assegurou ainda que a Saltur coordenará todas as análises técnicas, que serão feitas por representante da Prefeitura e também da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Técnica, Codesal, Polícia Civil e até pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

“O desfile na Castro Alves pode fortalecer a praça do povo como o grande palco da folia, trazendo para esse importante ponto a atenção não apenas dos foliões em geral como da mídia”, diz Tinoco. Os blocos, afoxés e outras entidades carnavalescas terão na Castro Alves um local para apresentações especiais. Na praça do poeta, que já foi o grande centro nervoso do Carnaval de Salvador com o tradicional encontro de trios elétricos, será permitida às emissoras de rádio e TV a montagem de mais uma estrutura para transmissão da apoteose do desfile no Circuito Osmar.

 

Fonte: Portal Oficial do Carnaval de Salvador

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Biografia Chiclete com Banana: "Uma Paixão"




A revista Contigo!, publicada pela Editora Abril, lança nesta semana em todo o Brasil a Biografia Chiclete com Banana, Uma Paixão. Trata-se de uma publicação inédita sobre uma das maiores bandas de música carnavalesca do país. Em 128 páginas, por meio de textos, fotos e infografias, estão reunidos fatos, histórias, perfis e curiosidades sobre o grupo e os músicos que desde 1980 vem revolucionando o carnaval da Bahia.

Para realizar este trabalho, a equipe de jornalistas de Contigo! contou com o apoio e colaboração dos músicos do Chiclete, Bell, Wadinho, Rey, Deny, Waltinho e Lelo e do engenheiro de som Wilson Marques que abriram seus baús de memórias e fotos para contar os principais momentos de suas vidas e da banda. "A nossa intenção é tentar mostrar com palavras e imagens um pouco da emoção, da magia e do sucesso do grupo. Por isso, escolhemos esse formato de álbum de colecionador, concebido para os fãs do Chiclete", diz a jornalista Claudia Giudice, diretora do Núcleo da Contigo! e organizadora do projeto. "Sinceramente, espero que o leitor aprecie a forma emocionada com a qual editamos todo o material apurado sobre a banda, sobre os músicos e também sobre os seus seguidores, chicleteiros fanáticos, no melhor sentido da palavra, que não poderiam ficar de fora de um livro como esse."

A biografia foi organizada em capítulos que abordam temas relacionados a banda. O primeiro deles conta como começou o fenômeno Chiclete com Banana, revelando histórias do tempo da banda Os Bárbaros. Na sequência uma linha do tempo mostra com o Chiclete se insere no cenário da música brasileira. Outro capítulo traz a opinião dos principais parceiros e músicos do axé sobre a banda. Na sequência, cada um dos músicos e o engenheiro de som, Wilson Marques, tem o seu perfil pessoal, com histórias e curiosidades do passado e do presente. Uma galeria de chicleteiros famosos mostra a força da nação chicleteira assim como outro capítulo que reúne imgens e histórias incríveis dos fãs da banda.

Para completar a biografia, existem capítulos sobre a evolução do trio elétrico, em formato de infográfico, a história dos blocos Camaleão, Nana Banana e Voa-Voa, as sociedades e negócios do Chiclete. E, por fim, a lista dos fãs clubes, fornecida com exclusividade pela banda, e a discografia completa nestes 30 anos de estrada. "Em momento algum, tivemos a pretensão de fazer a biografia definitiva da banda, até porque sabemos que Bell tem um livro pronto, que no momento oportuno será lançado por ele", acrescenta Claudia Giudice. "Temos muito carinho e respeito pelos músicos e pela música baiana e ficamos muito honrados com o fato de o Chiclete ter aceito colaborar com o nosso trabalho. Foi muito prazeroso conviver com a banda e com todos profissionais responsáveis por esse sucesso, essa paixão", diz a jornalista.

A série Biografias de Contigo! foi inaugurada em 2004 com músicos da MPB (Caetano Veloso, Raul Seixas, Chico Buarque, Tom Jobim e Elis Regina).

Nesta nova fase, o foco são as bandas e os artistas que fazem a alegria do carnaval baiano e dos grandes eventos da axé music pelo país. Estão previstas no lançamento, sessões de autógrafos em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. A biografia será vendida por R$ 49,90 em livrarias, bancas premium, nas lojas da Central do Carnaval, no site da Central e também na loja Abril.



Fonte: Revista Contigo!

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Primeira biografia autorizada do Chiclete deve ser lançada em breve

A primeira biografia autorizada da banda Chiclete com Banana deve ser lançada na edição do Fortal 2009, que acontece de 23 a 26 de julho, em Fortaleza/CE. Trata-se do projeto Biografia Especial, da Revista Contigo, a ser publicado pela Editora Abril, e vendido separadamente.

Ao todo, serão 160 páginas com ilustração sobre a trajetória da mais antiga e popular banda de axé music, comandada pelo vocalista Bell Marques. Quem está escrevendo o texto é Claudia Giudice, diretora do Núcleo de Celebridades da Abril, que voltou a atuar como jornalista e assumiu a tarefa por causa de sua intimidade com Bell.

Com a biografia da banda, a Contigo retoma um projeto que foi realizado há alguns anos e lançou a biografia de artistas como Roberto Carlos, Raul Seixas e Caetano Veloso, entre outros.

Com 25 discos lançados e média de 130 shows por ano, o Chiclete com Banana começou sua trajetória como Banda Scorpius nos tradicionais bailes e festas no interior.

Juntos há mais de 26 anos e misturando influências musicais que vão de Luiz Gonzaga, Beatles, Carlos Santana, Novos Baianos e Rolling Stones, a banda se mantém entre os tops da música baiana. Atualmente, o Chiclete é formado pelos irmãos Marques ( Bell, Wadinho e Wilson - técnico de som), Denny, Rey, Lelo e Valtinho.


Fonte: Correio da Bahia

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Chiclete confirma presença no Folianópolis



O A quarta edição do Folianópolis vai acontecer nos dias 19, 20 e 21 de Novembro. Com 6 mega atrações nos trios, a quarta edição promete muitas novidades. Uma delas é a presença confirmada da banda Chiclete com Banana que volta a agitar a Ilha de Florianópolis depois de 15 anos e se apresentará no 2º dia da micareta.

O local está sendo planejado para receber mais de 50mil foliões de todo o país. O arquiteto do evento, mais uma vez será Giuseppe Mazzoni Filho, responsável por grandes eventos, como o DVD de Ivete Sangalo no Maracanã, o Eva Nave, etc.

Giuseppe já esteve em Florianópolis planejando o novo circuito. O evento ocupa a posição de segundo maior evento privado de Santa Catarina e se consolida como um evento democrático, divertido e respeitado por artistas e foliões que seguem os carnavais fora de época por todo o país

As vendas estão sendo feitas através do site oficial do evento.

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Vendas de abadás para o Carnatal 2009

Devido à grande procura, o site do Carnatal abrirá em breve o 3º lote online do Nana para atender ao chicleteiros que ainda não garantiram o abada.

 

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Livro reúne histórias da música baiana

Irlam Rocha Lima
Do Correio Braziliense

O feito mais importante de Jonga Cunha foi ter descoberto e lançado Ivete Sangalo. A cantora, bem jovem, se apresentava no Bar Canoa, do extinto Hotel Meridien (hoje Pestana), no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, interpretando repertório de MPB. Na época, ele era diretor do Bloco Eva, que tinha no comando Durval Lelys, do Asa de Águia. Ao ouvir a cantora, ficou impressionado com o timbre e a beleza da moça.

Essa passagem é contada por Jonga em Por trás dos tambores, livro lançado no fim do ano pela Editora KSZ. Ele não entra em detalhes, mas essa é uma das muitas histórias dos bastidores da axé music que relata nesta autobiografia de forma divertida. São casos que retratam momentos da música baiana, pós-tropicalismo e Novos Baianos.

Jonga focaliza a criação do Bloco Eva, um dos mais tradicionais do carnaval de Salvador, pelo qual passaram Luiz Caldas, Ricardo Chaves, Durval Lelys, Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Emanuelle Araújo, nova estrela da música e da televisão. Em 15 capítulos, ele resume a história do bloco e o que ocorria em torno dessa "aventura", que teve início nas reuniões informais no Colégio Marista, das quais participavam, entre outros, Durval Lelys, o diretor de teatro Fernando Guerreiro, o publicitário Nizan Guanaes, o presidente do Vitória Esporte Clube, Jorginho Sampaio, e, claro, Jonga.

O Bloco Eva foi criado no começo da década de 1980 e não demorou para tomar as ruas e se transformar num ícone do carnaval baiano. A Banda Eva foi um segundo passo. Tendo Ricardo Chaves como vocalista e Daniela Mercury de backing vocal, depois de ganhar popularidade na Bahia tornou-se conhecida nacionalmente.

"Brasília, por exemplo, começava se tornar reduto da música baiana, com shows memoráveis na Boate Zoom e no estacionamento do shopping Gilberto Salomão. Márcio Salomão, John John, Manati, Sérgio Monday e Marcelo Ulpiano começaram a se apaixonar pela ideia e a Micarecandanga, uma das primeiras experiências de carnaval fora de época, começava a ser concebida", lembra Jonga.

Ex-diretor do grupo Eva e da Empresa de Turismo da Bahia (Emtursa) e coordenador do carnaval em 2005 e 2006, Jonga Cunha atualmente apresenta o programa Roda baiana, na Rádio Metrópole, produz o grupo EME XXI e dirige o projeto Música Falada, que promove apresentações intimistas das maiores estrelas baianas. Coincidência ou não, a primeira convidada foi Ivete Sangalo. "Acredito que Por trás dos tambores vai estimular o lançamento de outros livros com histórias da cultura baiana. Sei que Margareth Menezes, Daniela Mercury e Bell Marques preparam-se para contar em livro sua trajetória", adianta.

Trecho
"Se existia alguma coisa que me deixava irado, puto da vida, era quando alguém do Rio, de São Paulo, Recife, Vitória, Sergipe, enfim, algum vizinho desse Brasil brasileiro, que chegava pela primeira vez no carnaval da Bahia, subia no trio do Eva ou em qualquer outro que eu estivesse tocando e largava: ‘Meu Deus! O que é isso? Que maravilha! Como eu não sabia disso? Jamais passarei o carnaval em outro lugar’. Pense em um cara enraivecido. Eu explico: a imprensa de circulação nacional, portanto com endereço no Rio e São Paulo, a Globo especificamente, a Riotur e outras simpatias mais, sustentavam um complô turístico-cultural contra a Bahia, sobretudo no tocante ao carnaval de Salvador, tão explícito, tão proposital, que fazia com que o resto de país simplesmente ignorasse o que estava acontecendo nas ruas da terra do trio. Todo ano era a mesma coisa: na TV, dez segundos de Caetano no encontro dos trios na Praça Castro Alves, dez segundo de Armandinho tocando o hino do Bonfim com o dia nascendo, com um punhado de bêbados desdentados embaixo. A ‘porra’ que ia pegar um avião para ver isso. Ah! Tinha também os dez segundo (às vezes mais) guardados para a violência. Nas revistas, a mesma coisa: uma nesguinha de Gil e Caetano no encontro da terça-feira, contra 25 páginas do desfile do carnaval do Rio, 15 de São Paulo e umas cinco do Recife… Mamulengos, Bacalhaus, Alceus… Aquela coisa que é até hoje. A partir de 85, mais especificamente do ‘boom’ de Luis Caldas, o panorama começou a mudar, mesmo que lentamente, mas de uma forma deliciosa."

POR TRÁS DOS TAMBORES
Livro de Jonga Cunha. Editora KSZ, 164 páginas. Preço médio: R$ 30.

Fonte: Divirta-se (Correio Braziliente)

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